Fotografia: Torres del Paine, Chile

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Fotos: Chronosfer. Paz. Harmonia. O olhar repousa entre as montanhas e a neve e a natureza, que se apresenta, suave, terna, companheira. Momentos mágicos sem nenhum truque. Apenas a vida como ela é. Torres Del Paine. Paz e harmonia.

Peace. Harmony. The gaze rests between the mountains and the snow and nature, which presents itself, tender, tender, companion. Magic moments without any trick. Just life as it is. Torres Del Paine. Peace and harmony.

Fotografia: Histórias para serem contadas (Stories to be told)

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Fotos: Chronosfer. O passado. A história ainda por ser contada. Os olhos magnetizados por janelas, portas, construções. Detalhes da nossa vida. Do alto, a lua testemunha a passagem do tempo. Seja a paz e o discernimento nossos eternos companheiros em todos os sentidos, todos os dias.

The past. The story yet to be told. Eyes magnetized by windows, doors, buildings. Details of our life. From above, the moon bears witness to the passage of time. Be peace and discernment our eternal companions in every way, every day.

Fotografia: O céu nos meus olhos (The sky in my eyes)

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Fotos: Chronosfer. Segundos apenas. As cores se transformam. Anunciam a noite estrelada. Ou de repente, o temporal. Vermelho, azul, preto, verde e seus segundos. São os que se alojam dentro dos meus olhos. E neles, as estrelas são as nuvens e suas águas.

Seconds only. The colors change. They announce the starry night. Or suddenly, the storm. Red, blue, black, green and your seconds. They are the ones that lodge inside my eyes. And in them, the stars are the clouds and their waters.

Fotografia: Passagem das horas (Hours passing)

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Fotos: Chronosfer. As horas e o tempo de vida. Dentro delas, tanto. Fora delas, tanto mais. A solidão do cais abandonado, o trabalho do cotidiano, o amanhecer entristecido e a passagem pelo mar. E é nesta quarta foto que está o dentro e o fora das horas. Ao fundo, o solitário homem busca o infinito. As horas são infinitas.

The hours and the time of life. Inside them, both. Out of them, so much more. The solitude of the abandoned quay, the work of daily life, the saddened dawn and the passage through the sea. And it is in this fourth photo that is the inside and the outside of the hours. In the background, the lonely man seeks the infinite. The hours are endless.

Fotografia: Pelos caminhos da natureza (Through the paths of nature)

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Fotos: Chronosfer. A natureza nunca é solitária. Não conhece a solidão. O olhar às vezes cria essa solidão. O olhar é apenas uma passagem pelo universo que a cada dia se renova, se transforma. Nós é quem queremos ensinar à natureza sobre solidão, ser solitária. Nossos olhos são espelhos dos que somos.

Nature is never lonely. He does not know solitude. The look sometimes creates this loneliness. The gaze is only a passage through the universe that is renewed every day, transformed. We are the ones who want to teach nature about solitude, to be solitary. Our eyes are mirrors of who we are.

Fotografia: Tempo de olhar (Time to look)

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Fotos: Chronosfer. A vida e seus rituais. Suas realidades. Seus reflexos naturais. janelas e espelhos. Luzes e luminárias. Mar e barcos e pescadores e redes. Tempo de olhar e viver cada momento como se fosse o primeiro.

Life and its rituals. Your realities. Its natural reflexes. windows and mirrors. Lights and lamps. Sea and boats and fishermen and hammocks. Time to look and live each moment as if it were the first.