Fotografia: Passagem das horas (Hours passing)

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Fotos: Chronosfer. As horas e o tempo de vida. Dentro delas, tanto. Fora delas, tanto mais. A solidão do cais abandonado, o trabalho do cotidiano, o amanhecer entristecido e a passagem pelo mar. E é nesta quarta foto que está o dentro e o fora das horas. Ao fundo, o solitário homem busca o infinito. As horas são infinitas.

The hours and the time of life. Inside them, both. Out of them, so much more. The solitude of the abandoned quay, the work of daily life, the saddened dawn and the passage through the sea. And it is in this fourth photo that is the inside and the outside of the hours. In the background, the lonely man seeks the infinite. The hours are endless.

18 comentários em “Fotografia: Passagem das horas (Hours passing)

  1. Fazia um bom tempo que eu não via um desses vendedores de algodão doce. Mas, outro dia, passou um perto de casa, com aqueles apitos característicos deles. O mundo muda muito, muita coisa desaparece. É muito bonito o colorido desses vendedores.
    Ótimas fotos.
    Abraço.

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    1. oi, Eva. de alguma maneira simples fiz um post com “mundos paralelos”. o dentro das horas, o fora das horas. e você, sempre sensível e precisa, escreve uma frase definitiva: “no pasa el tiempo, se forma un vacío donde la vida queda suspendida en la nada, con toda la fuerza condensada.” minhas horas se completaram. um abraço imenso e carinhoso.

      Curtido por 2 pessoas

  2. Entre horas, tempo e infinito espelhados em bonitas fotos, fiquei a olhar para o algodão doce… de cor azul! Nunca o tinha visto com esse tom!
    Também no doce algodão o tempo passou…e o branco em azul se transformou!
    Realmente passou o tempo sobre uma infância em que o algodão doce só aparecia na feira anual da cidade onde vivia e era delicioso. Gostava de comer e especialmente o ver como se fazia… pois adorava aquela magia!
    Porque o tempo de Páscoa também é de doces, aproveito para desejar uma boa Páscoa!

    Curtido por 1 pessoa

    1. essa foi uma série de fotos onde a mistura entre a solidão, o triste, o quase abandonado, o fator humano se juntam e formam uma espécie de alquimia para tudo seguir adiante. o vendedor de algodão doce foi apara trás do que vendia, não queria ser fotografado, perdi o enquadramento, mas respeitei o desejo dele. você tem razão, há magia neles, naquelas horas em que foram feitos e ganharam as ruas e alimentaram desejos e sonhos. hoje, tão raro. desejo a você e sua família muita paz e harmonia neste período de Páscoa e se prolongue dias à frente. o meu abraço.

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