Fotografia: Dois momentos, o mesmo lugar (Two moments, the same place)

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Fotos: Chronosfer. A névoa faz noite se esconder. Os rastrilhos aqui e ali de pingos de água denunciava o caminho. O do sol. A manhã então se fez. O sol e seu brilho chegam sem bater à porta e se instala nas horas. A história? Continua sendo contada.

The fog makes night hide. The rakes here and there with drops of water denounced the way. The sun. The morning was then made. The sun and its brightness arrive without knocking at the door and settles in the hours. The story? It’s still being told.

17 comentários em “Fotografia: Dois momentos, o mesmo lugar (Two moments, the same place)

    1. o que despertou minha atenção é a janela do velho prédio. moro há 20 nos nesse aptº de onde tenho a visão dela e nunca a tinha visto. ontem, a névoa intensa, pela noite não consegui fotografar, somente quando ficou mais claro o dia – e ela me passou uma ideia de um prédio de um cidade do interior da Itália. e viajei na história, que continua sendo contada. muito obrigado. aliás, embora não tenha deixado minhas digitais no Miau, a ida à China tem revelado muito. estou fascinado, mas confesso, não tenho mais forças para atravessar o mundo! um grande abraço e feliz fim de semana!!!

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      1. Compreendo perfeitamente o seu olhar sensível.
        Ah, não digas isso! Eu tb pensava assim, e aconteceu. Ainda não contei tudo. Eu adorei andar dentro da floresta, mas foi tão cansativo que vc nem imagina. Tá feito na vida! 🙂

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  1. Vivendo em Portugal desde 2008, vejo o Tejo da minha Janela. Sinto falta da chuva que era minha. Mas ganhei o nevoeiro que levanta do rio tantas vezes… E a música que as grandes embarcações fazem enquanto navegam pelo desconhecido, a ir ou a vir…

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      1. sempre elas…o post de hoje foi em função de uma janela…..e olha, moro há 19 anos neste apto e nunca tinha visto a janela, apenas ontem em meio ao nevoeiro, mas usei o recurso do reforço de nitidez e a névoa quase saiu fora, mas mantive mesmo assim. parece algo do interior da Itália, aqueles seculares mosteiros.

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      2. A sério???? A primeira coisa que eu busco em todas as casas em que moro é a janela. E mesmo a minha casa atual, sempre que eu chego, da rua, olho para a minha janela…
        Refere-se à imagem que temos de Itâlia, de que está sempre sob uma suave neblina, que não tapa, mas esbate…? É assim que eu a vejo…

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  2. Muitas vezes olhamos sempre para o mesmo lugar e de repente algo “de novo” surgi. Na verdade não é novo e nem tão pouco surgiu, pois sempre lá esteve e nossos olhos é quem não viu.
    Estudei isso não me pegunte em que, mas chamamos de “cegueira do sentir”, que é quando não estamos com os sentidos ainda apurados para perceber, seja algo que de fato ninguém percebeu ainda ou que nós ainda não percebemos e isso quando não brincamos de interpretar uma mesma visão como no caso aqui no Rio da Pedra do Pão de Açúcar, onde alguns veem uma garça e outros olhos que choram.
    Quando olhei pensei que pudesse ser um antigo pedaço de outdoor ou mesmo uma placa qualquer imitando uma janela de sacada em uma parede lisa e fechada.
    Fico imaginando quantos olhares não podemos ter de uma mesma imagem e com isso quantas histórias podemos descrever.
    E antes que esqueça meu querido amigo, tens força sim, afinal o ato de observar já demonstra muita força. Abração! 😉

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    1. o curioso da foto é que eu realmente em 19 anos nunca havia visto a janela. quando o dia começou a ficar claro é que pude olhar melhor e fiquei surpreso. a primeira foto não consegui fazer com que a imagem fosse quase misteriosa, daquelas do interior da Itália, em dias de névoa. o reforço de nitidez clareou demais a foto, mas deixou que ficasse, pelo menos menos havia um quê de nevoeiro ainda. o que você escreveu está certo. eu que o confirme. (minha força está se indo, Cláudio, uma lesão no joelho teve como consequência inesperada uma perda de massa muscular de mais ou menos 80% e estou agora tratando de recuperar. como disse o médico: sem tempo de recuperação suficiente para voltar a viajar de verdade.) um grande abraço, feliz domingo e muitas fotos nos esperam.

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  3. Entre as duas imagens descansou o tempo.
    Janelas abriram, janelas fecharam…e a que estava parada no tempo, parada ficou. Ou talvez não.
    Afinal é uma janela… que olha…e que observa, como fazem todas as janelas!

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