Fotografia: Olhares pelo sul do Chile (Looks South of Chile)

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Fotos: Chronosfer. Olhares sobre a vida. Sobre nós mesmos. Sobre o que construímos. Olhares sobre os reflexos de nós mesmos. O sul do Chile é rico em tradição, povo, cultura, vida, humanidade. Suas casas são nossas casas. Eternas.

Looks at life. About ourselves. About what we built. Looks at the reflections of ourselves. Southern Chile is rich in tradition, people, culture, life, humanity. Their houses are our houses. Eternal.

Fotografia: Penny Lane & Strawberry Fields Forever

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Fotos: Chronosfer. O tempo bateu em minha porta e entregou um pequeno disco com duas músicas. Quase adolescente, ávido, escutei pela primeira vez “Penny Lane” e “Strawberry Fields Forever” naquele 1967 ou 1968 inquietos. Anos de chumbo que seriam ainda piores. O imaginário salvou meu tempo. Salvou a passagem de um tempo de vida para outro. Anos mais tarde, olhando o anoitecer chegar, a lua era apenas um pequeno risco no céu dos meus sonhos não realizados. E mais abaixo uma estrela, que mais parecia um ponto perdido no infinito. Penny Lane e Strawberry Fields Forever ficou sendo, para mim, seus nomes de batismo. O tempo passou. E hoje, quando o corpo já sente essa passagem, olho o céu e as encontro. Nunca o infinito foi tão pequeno em meus olhos através da vida que vivi.

Time knocked on my door and handed out a small disc with two songs. Almost a teenager, avid, I first heard “Penny Lane” and “Strawberry Fields Forever” in that restless 1967 or 1968. Years of lead that would be even worse. The imaginary saved my time. He saved the passage from one lifetime to another. Years later, watching the dusk arrive, the moon was only a small scratch in the sky of my unfulfilled dreams. And below was a star, which seemed more like a lost point in infinity. Penny Lane and Strawberry Fields Forever became, for me, their baptismal names. The time has passed. And today, when the body already feels this passage, I look at the sky and find them. Never was the infinite so small in my eyes through the life I lived.

 

Fotografia: Chile encantador (Lovely Chile)

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Fotos: Chronosfer. Tenho paixão pelo Chile. Por seu povo, sua cultura, sua história, seus lugares. Há sempre um ponto a mais para o sentir. Para o viver. Para olhar. Aqui, misturadas as fotos, Frutillar, Llanquihue, Puerto Varas, cidades ao redor do Lago Llanquihue. Lindas. Autênticas. suas construções de alerce enfeitam os olhos. E a cordilheira nevada entre as nuvens é uma imagem eterna. Tenho paixão pelo Chile.

I have a passion for Chile. For its people, its culture, its history, its places. There is always one more point to feel it. To live it. To look. Here, mixed the photos, Frutillar, Llanquihue, Puerto Varas, towns around the Lake Llanquihue. Beautiful. Authentic. its larch buildings adorn the eyes. And the snowy mountain range between the clouds is an eternal image. I have a passion for Chile.

Fotografia: Verde da vida (Green of life)

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Fotos: Chronosfer. O verde da vida. A vida do verde. Desejo que não seja mais adiante apenas saudade.

The green of life. The life of the green. I wish it were no longer just longing.

Fotografia: Um dia de cada vez para viver (One day at a time to live)

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Fotos: Chronosfer: Apenas um dia e a vida pode ser vivida em toda a sua plenitude. Olhar seus ciclos enquanto as horas passam, a natureza dialogando com os entornos dos prédios, o sol se despedindo aqui para nascer do outro lado. A vida em um dia.

Only one day and life can be lived in all its fullness. Watching your cycles as the hours pass, nature interacting with the surroundings of the buildings, the sun saying goodbye here to be born on the other side. Life in a day.

Fotografia: Minha cidade que não existe (My city that does not exist)

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Fotos: Chronosfer. Porto Alegre, vista do rio Guaíba muitos anos atrás. A saudade é apenas a ponta do iceberg da memória. Porto Alegre não é mais a mesma cidade, que um dia meus olhos gravaram para sempre dentro de mim. ( A música de Vitor Ramil – Ramilonga – é sobre Porto Alegre. Acompanha fotos da cidade feitas por vários fotógrafos e arquivo sobre a cidade antiga.)

Porto Alegre, view of the Guaíba River many years ago. Nostalgia is just the tip of the memory iceberg. Porto Alegre is no longer the same city, that one day my eyes engraved forever inside me. (The music of Vitor Ramil – Ramilonga – is about Porto Alegre. It accompanies photos of the city made by several photographers and archives about the old city.)

Fotografia: Janelas para a PAZ! (Windows for PEACE!)

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Fotos: Chronosfer. Do outro lado do reflexo das janelas há sempre uma resposta. Um olhar de paz. Uma palavra de paz. Um sentimento de paz. Uma vida de paz.

On the other side of the reflection of the windows there is always an answer. A look of peace. A word of peace. A feeling of peace. A life of peace.

Fotografia: Pelas ruas, o dia a dia (By the streets, day by day)

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Fotos: Chronosfer. A magia das ruas está na surpresa do próximo passo, do próximo olhar. O novo está presente em frações de segundo. A música, uma representação, uma fachada que mistura um pouco de tudo como uma colagem. O olhar torna-se uma arte. Testemunha da arte do dia. Dos que fazem o dia ser mágico.

The magic of the streets lies in the surprise of the next step, the next look. The new is present in fractions of a second. Music, a representation, a facade that mixes a bit of everything like a collage. The look becomes an art. Witness of the art of the day. Of those who make the day magical.

 

Fotografia: O tempo dos olhos (The time of the eyes)

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Fotos: Chronosfer. Marcas marcam. O tempo marca. Passa, permanece. Os olhos refletem em sua água o tempo. Talvez, um tempo já sem marcas. Passado.

Markings. Time ticks. Come on, stay. The eyes reflect in your water the time. Perhaps, a time already without marks. Past.

Fotografia: Simples olhar (Simple look)

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Fotos: Chronosfer. A simplicidade nos acompanha sempre. Está presente em nossos olhos. Em cadeiras vazias, em portas que abrem à luz do sol ou em uma rede de pesca sendo trabalhada antes de conhecer o mar. A simplicidade que faz a vida ser como ela é, a cada instante do seu viver.

Simplicity always accompanies us. It is present in our eyes. In empty chairs, in doors that open in the sunlight or in a fishing net being worked before meeting the sea. The simplicity that makes life be as it is, every moment of your life.