Fotografia: Como um pássaro (Like a Bird)

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O sonho é o infinito. O olhar é o horizonte. Como um pássaro, o voo é a realidade do tempo.

The Dream is infinity. The look is the horizon. As a bird, flight is the reality of time.

Foto: Chronosfer.

 

 

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Fotografia: Vida que segue (Life following)

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O tempo é sempre presente. O presente é sempre o passado prolongando seus dias. O passado é o desafio do futuro. A ousadia do hoje. As estações testemunham assim como nossos olhos. O que somos ainda é um tempo a ser conjugado.

Time is always present. The present is always the past prolonging his days. The past is the challenge of the future. The daring of today. The seasons testify as well as our eyes. What we are is still a time to be conjugated.

Foto: Chronosfer.

Fotografia: O tempo e a vida (Life and time)

A vida e o tempo ou o tempo e a vida quando marcam encontro é um presente inesquecível. As estradas, que formam vincos no rosto, são testemunhas do tempo vivido. Da vida em vida. E quando o grisalho nasceu e se espalhou os ponteiros do relógio diminuíram a velocidade. Vida e tempo são sempre presentes. Em todos os tempos. Em todas as vidas.Vieja Punta Arena (2)

Life and time or time and life when they’re dating are an unforgettable gift. The roads, which form creases on the face, are witnesses of the time lived. Life in life. And when the Gray was born and the hands of the clock spread, they slowed the speed. Life and time are always present. At all times. In every life.

Foto: Chronosfer.

Fotografia: Olhos de dentro (Eyes inside)

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Talvez os olhos do lado de fora não vivem os olhos de dentro. Talvez não sintam como o sol do dia esmaece com o avanço das horas. Talvez nos olhos de fora a vida seja o olhar que tangencia a vida de dentro. E quem está no lado de dentro muitas vezes fala com os olhos. As grades que separam o olhar de um e outro talvez sejam as nossas grades de dentro que do lado de fora ficam para trás.

Maybe the eyes on the outside don’t live in the eyes of the inside. Maybe they don’t feel like the day sun crushes on the advance of the hours. Perhaps in the eyes of the outside life is the gaze that tangentia the life from within. And whoever is on the inside often speaks with the eyes. The grids that separate the look of one and the other may be our bars from the inside that are left behind.

Foto: Chronosfer.

 

 

 

 

 

Fotografia: Entre as estações (Between seasons)

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As passagens entre as estações são infinitas e visíveis aos olhos e aos sentidos. As cores vivas e alegres da primavera esmaecem no inverno da maturação. Sem perder a beleza dos seus traços e suas marcas. Mais que mostrar, ensinam. Ainda falta a nossa maturação entre as estações.

The passages between the seasons are endless and visible to the eyes and to the senses. The vivid and joyful colors of spring fade in the winter of maturation. Without losing the beauty of your traits and your marks. More than showing, they teach. We still lack our maturation between the seasons.

Foto: Chronosfer.

Fotografia: Infinito azul (Infinite Blue)

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No azul, os tempos passados se renovam. Transformam-se. São eternos diante dos olhos. Infinitos dentro de cada um. E nos transformamos diante da Natureza. Em silêncio.

In blue, past times are renewed. They become, they are eternal before the eyes. Infinites inside each. And we turned to nature. Quietly.

Foto: Chronosfer. Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina.

Fotografia: Solidão em Siena (Solitude in Siena)

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Olhar o passado é compreender o hoje. O que fomos, o que somos. No infinito azul do amanhã, a simetria da construção será verbo. O olhar cristaliza o que seremos, porque talvez já sejamos o tempo adiante.

To look at the past is to understand today. What we were, what we are. In the blue Infinity of Tomorrow, the symmetry of the building will be a verb. The crystalline look we will be, because perhaps we are the time ahead.

Foto: Chronosfer.

Fotografia: A vida pelos olhos das janelas (Life through the eyes of the windows)

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Janelas abertas são sempre portas também abertas. A vida se manifesta através delas. Verdadeiro entra e sai. Transforma cada dia em pequenas histórias. Do lado de fora, elas nos conduzem ao imaginário. Os olhos acolhem os detalhes das vidas ali vividas. E tantos de nós nos transformamos juntos. Como a vida das janelas, também somos janelas e portas por dentro dos nossos olhos.

Open windows are always open doors as well. Life manifests itself through them. True in and out. Turns every day into little stories. Outside, they lead us to the imaginary. The eyes welcome the details of the lives there lived. And so many of us have turned together. As the life of the windows, we are also windows and doors inside our eyes.

Foto: Chronosfer.

Fotografia: Despedida do outono (Autumn farewell)

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Tulipa

As luzes do outono estão se despedindo. Saem dos meus olhos, partem para outros olhos. As cores cedem lugar ao cinza do inverno. Dentro, queima o fogo de tantas outras vidas que as estações oferecem. É no frio que conhecemos melhor o dentro que existe em nós. A luz interior da nossa vida. A luz que se estende pelos olhos e pelas cores dos nossos passos. E logo ali, a poucos passos, a espera, a primavera. A vida das estações é a nossa própria vida.

The autumn lights are firing. They come out of my eyes, they leave for other eyes. The colors give way to the winter gray. Inside, it burns the fires of so many other lives that the seasons offer. It’s in the cold that we know better the inside that exists in us. The inner light of our life. The light that extends through the eyes and the colors of our footsteps. And just there, a few steps, the wait, the spring. The life of the seasons is our own life.

Fotos: Chronosfer.