Fotografia: Olhar infinito (Endless look)

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Perspectiva: infinito. O olhar é assim. Desde o primeiro plano até onde possa alcançar. E encontra o imaginário para além do horizonte. Perspectiva. É a vida e o seu cotidiano. Infinitos em seu viver.

Perspective: Infinity. That’s the way it looks. From the foreground to where you can reach. And find the imaginary beyond the horizon. Perspective. It’s life and everyday. Infinites in his life.

Foto: Chronosfer. Arezzo, Itália.

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20 comentários sobre “Fotografia: Olhar infinito (Endless look)

  1. Una mirada infinita

    Recuerdas haberme escuchado gritar
    desde la azotea hacia el cielo,
    te decía a viva voz
    <>
    respondías con todas tus fuerzas
    <>
    y yo te devolvía otro grito más fuerte
    <>
    te sentía tragar hasta el viento pasar
    <> me gritabas
    desde el otro edificio.
    Luego bajábamos previo permiso
    de nuestros padres y recorríamos
    la calle empedrada
    riendo todo el tiempo de los adultos,
    ellos y sus problemas.

    Al final de la plaza las chicas
    y el hombre que vendía dulces
    eran nuestra fascinación,
    para unas cosas no teníamos dinero
    pero todos los ojos y la respiración
    agotadas para sus risas cómplices.

    Después se iba a dormir el sol
    y con el hambre sorteando las tripas
    hacíamos carreras hasta casa
    y la luna nos daba una nalgada fresca
    con el último suspiro por las chicas.

    La noche infinita traía el mar desde el cielo y las estrellas de muchos vértices
    sonrisas puntiagudas. Flotábamos en un barco manicero con el dulzor vestido de colores y sabores, como las sonrisas
    de las niñas cuando de un grito
    volvíamos a casa y un baño tibio
    nos llamaba a soñar con ovejas.

    Curtido por 3 pessoas

  2. Una mirada infinita

    Recuerdas haberme escuchado gritar
    desde la azotea hacia el cielo,
    te decía a viva voz
    “Ves el mar, lo alcanzas a ver”
    respondías con todas tus fuerzas
    “No, no puedo verlo desde el techo”
    y yo te devolvía otro grito más fuerte
    “Escucha el mar que vive en el aire”
    te sentía tragar hasta el viento pasar
    “ahora lo siento” me gritabas
    desde el otro edificio.
    Luego bajábamos previo permiso
    de nuestros padres y recorríamos
    la calle empedrada
    riendo todo el tiempo de los adultos,
    ellos y sus problemas.

    Al final de la plaza las chicas
    y el hombre que vendía dulces
    eran nuestra fascinación,
    para unas cosas no teníamos dinero
    pero todos los ojos y la respiración
    agotadas para sus risas cómplices.

    Después se iba a dormir el sol
    y con el hambre sorteando las tripas
    hacíamos carreras hasta casa
    y la luna nos daba una nalgada fresca
    con el último suspiro por las chicas.

    La noche infinita traía el mar desde el cielo y las estrellas de muchos vértices
    sonrisas puntiagudas. Flotábamos en un barco manicero con el dulzor vestido de colores y sabores, como las sonrisas
    de las niñas cuando de un grito
    volvíamos a casa y un baño tibio
    nos llamaba a soñar con ovejas.

    Curtido por 2 pessoas

  3. Desde criança essa imagem me persegue. Tinha mais amarelo, umas pitadas de azul e vermelho, eram mais pinceladas que pixels, mais gente que espaço. O mar estava ali, ao virar da esquina, tenho certeza. Sabia a sol e cestos de vime com frutas e legumes. Nunca mais soube dele. Talvez ainda esteja em minha outra casa, tão longe, soterrada por pó e poeira. Talvez não. Mas essa imagem me persegue, e eu sinto falta dela.
    Abraços!

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    1. sempre gostei de imagens assim, e nunca conseguia fazer. nessa viagem – e já faz tempo (2010) – fiz duas: em Arezzo (do post) e outra em Cesky Krumlov (Rep. Checa). gosto de levar os olhos até o infinito, aqui protegido pelas montanhas, e, quem sabe, ao dobrar a esquina, qualquer uma delas, encontrar o mar. minha infância também foi feita de tantas imagens e sempre imaginei um dia poder refaze-las. por óbvio, impossível, mas o meu imaginário se alimentos tanto delas que ainda me habitam e parecem reais. outro dia, caminhei pela rua central de Porto Alegre, e chorei sem parar por um bom tempo. não é mais nem de perto ou em sonhos a rua que tanto caminhei em minha infância e adolescência. talvez por estar doente tenha ficado mais vulnerável, não sei, mas na mesa do café conversei com um senhores mais velhos que eu, e eles disseram o mesmo: é outro tempo o que vivemos. estou com a frase na cabeça e quem sabe um texto e fotos de um outro tempo me esperam. um grande abraço, Eduardo, e feliz por te encontrar mais uma vez. aparece mais, não quero que fiques no passado. feliz fim de semana.

      Curtido por 2 pessoas

    1. uma manhã fria, uma imagem em perspectiva, levando os olhos até as montanhas…ms é na senhora que está quase no topo da subida que reside esse sentimento de nostalgia talvez até tristeza. gosto de pensar que o nosso imaginário pode criar tantas histórias e sentimentos a partir de uma imagem. gracias, minha amiga. um grande abraço.

      Curtido por 2 pessoas

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