Fotografia: A vida continua II – Cotidiano (Life goes on II – Everyday)

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De todas as saudades que tenho dentro de mim, a que sentia mais falta nesses dias sempre foi o cotidiano. Viver o que as ruas vivem, sentir seus passos, olhar a vida e apenas seguir o meu caminho. E estar aqui, geografia sem fronteiras e acolher cada visita como se fosse a primeira e oferecer uma simples xícara de café. A vida continua.

Of all the longing I have within me, the one I missed the most in these days has always been everyday. Live what the streets live, feel your footsteps, look at life and just follow my path. And be here, geography without frontiers and welcome every visit as if it were the first and offer a simple cup of coffee. Life goes on.

Foto: Chronosfer. Cotidiano.

 

 

 

 

24 comentários sobre “Fotografia: A vida continua II – Cotidiano (Life goes on II – Everyday)

    1. oi, Renata, pois é, e como senti falta dessa simplicidade que é caminhar pelas ruas sem olhar relógio, sem precisar voltar, simplesmente caminhar, sentar em algum lugar, um café ou chá, fotografar um dia de chuva suave, olhar as árvores balançando seus galhos, flores buscando novos espaços…enfim, aos poucos a vida como era antes está aqui dentro de mim, sem medos. e não posso deixar de dizer que teus textos me acompanharam nesse caminho que fiz até aqui e estarão nos próximos passos também. fazem parte do meu cotidiano. o meu abraço sempre afetuoso para ti.

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    1. oi, Alda, pois, nada como um belo dia de chuva suave para sentir um pouco mais a vida como ela é, e com uma xícara de café, escutando o disco do Zoran que está no post com um tango do Piazzolla. estou bem, me acostumando com a normalidade, com muita disposição e perdendo os medos aos poucos. é um processo que não se encerra agora, em abril refaço todos os exames de novo e assim serão os meus dias. mas, estou feliz, e isso é importante e me faz seguir adiante. um grande abraço e muito obrigado pela força.

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    1. oi, Cris, pois é, senti mesmo muita saudade do cotidiano, sentir essas coisas simples como caminhar pelas ruas em um dia de frio e entrar em alguma cafeteria e tomar um café, sentir o vento, o sol, as pessoas, os movimentos…aos poucos, estou retomando o que os médicos chamam de vida normal – curioso isso, vida normal mas a lista de restrições é interminável – e enfim, já posso tomar café. seguimos. um grande e carinhoso abraço.

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  1. Quando a mente está livre para acompanhar a liberdade do corpo, o equilíbrio é real. E sentido! E usufruído com prazer!
    Creio que será esse apreciar simples, límpido e sem “névoas” que o Fernando está a falar.
    De um olhar sobre os pequenos detalhes da vida!
    Boa continuação!

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