Fotografia: Reflexo do tempo (Time reflection)

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O tempo, as linhas cruzam os ponteiros, se fazem de horizontes, se escoram em paredes. Refletem, como sombras, passagens, não dele, o tempo, e sim a nossa. Somos reflexos. Somos o tempo dentro do tempo. Do lado de fora das sombras.

Time, lines cross the hands, make sure of horizons, they hide on walls. They reflect, as shadows, passages, not his, time, but ours. We’re reflexes. We’re time in time. Outside the shadows.

El tiempo, las líneas cruzan las manos, se aseguran de horizontes, se esconden en las paredes. Reflejan, como sombras, pasajes, no su. tiempo, sino el nuestro. Somos reflejos. Llegamos a tiempo. Fuera de las sombras.

Foto: Chronosfer.

27 comentários em “Fotografia: Reflexo do tempo (Time reflection)

      1. No livro que estou tentando escrever, risos, e me sinto misturada a densidade da protagonista, ela segue rumo ao Sol, mas enquanto isso, parece que o processo é assim. entre o Afogar e o Emergir. Esse processo exaure se me entende, mas é imprescindível pra mim! Bom, muito bom te ver emergindo, flutuando, fora das sombras… 🙂

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      2. sei bem, Renata, e, embora o sol aqui esteja demasiado forte (40º), ainda assim caminho com ele na cabeça (olha o trem azul!) e não sombra por perto. segue firme, escreve, se for preciso se afogar, se afogue(metaforicamente, claro) mas não deixe de escrever. logo ali o livro será o livro. seguimos…(café gelado, hummmm…quem sabe, hoje foi quente, agora está apenas suportáveis 25º.) um abraço, afeto, calor, sol, lua, pássaro e muito sonho…depois, escrever!

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  1. Excursión

    Puse un espejo a mis espaldas y los años delante como aderezo a mi vida, entonces caminé olvidando los relojes y sin darme cuenta llegué a viejo, no era mi destino por cierto y el paisaje me resultó sorprendente e infinito.

    Ahora he dejado el espejo en la sala antigua de mi infancia, a veces abro la puerta y escucho sonrisas familiares, me pecho vuela en el intertanto se cierra ése episodio.

    Abro un libro de poemas adolescentes y la vigorosidad vuelve a mis mejillas hasta la garganta rodeando mis hombros, una fuerza imponente, fulgor que me obliga a leer en la oscuridad del cuerpo dormido.

    Nunca miré hacia atrás por llevar espejo, siempre mostré al futuro un espejismo de ideas sedientas de paz y sombras, un lugar casi abandonado en espera de mis pies y ahora he llegado a donde nunca pensé siquiera ser.

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