Fotografia: Olhos da vida (Eyes of life)

Colonia de Sacramento – Uruguai
Templo Budista – Três Coroas – Brasil

Olhos expressam o mais profundo do olhar. Neles, o reflexo de tudo o que sentimos. Podemos olhar nos olhos de outros olhos a vida ou o fim dela. Ela revelando o fim de outra vida. Janelas acolhem olhos e olhares. Mas, dentro, são pedaços que são construídos dia a dia. Não, não pode o olhar refletir o fim da vida. Por João Pedro, Aghata, George e tantos cuja vida habitam nossos olhos. #nãoaoracismo

Eyes express the deepest of the look. In them, the reflection of everything we feel. We can look into the eyes of other eyes the life or the end of it. Her revealing the end of another life. Windows welcome eyes and looks. But inside, they are pieces that are built day by day. By João Pedro, Aghata, George and so many whose lives inhabit our eyes. #notoracism

Los ojos expresan lo más profundo de la mirada. En ellos, el reflejo de todo lo que sentimos. Podemos mirar a los ojos de otros ojos la vida o el final de la misma. Ella revelando el fin de otra vida. Ventanas miradas bienvenidas y miradas. Pero en el interior, son piezas que se construyen día a día. Por João Pedro, Aghata, George y tantos cuyas vidas habitan nuestros ojos. #noalracismo

Fotos: Chronosfer.

32 comentários em “Fotografia: Olhos da vida (Eyes of life)

  1. Bueno, mi queridísimo amigo, me han encantado las imágenes, el sentimiento con el que impregnas el texto, la música ¡qué decir! Un homenaje a favor de la humanidad entera. Un “NO al RACISMO o discriminaciòn” total, universal. Gracias. Un abrazo grande.

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    1. Foi muito difícil este post, minha querida. Os olhos…as janelas, o lado de fora, o vaso de flores, a ruína da parede, a paz do templo, o vermelho do sangue, o preto do luto, mas são os olhos e olhar do policial matando George que impressiona: eles não têm vida. Eles são o fim da vida. Há na canção um estado de espírito dos indígenas dos Andes. O sopro da alma. Somente tu para sentir isso. És uma pessoa única, Diana. O meu abraço carinhoso.❤️💐

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    1. Eu ainda tenho as imagens da tragédia presentes e o que mais me impressionou no ato assassino foi o olhar, os olhos do policial. Para mim, olhos de tirar a vida. Dilacera assim como saber que nossas crianças morrem com tiros de fuzil nas costas, e tantos outros que sofrem com a certeza da impunidade. Mas, como já havia escrito antes, sou de uma geração que ainda acredita na utopia, na paz, na harmonia. Vamos sim vencer, porque pessoas como você estão junto. Muito obrigado. O meu abraço.☮️💐

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  2. Uma luta sem fim… Quando as pessoas se lembrarem que o amor não tem cor talvez consigamos, por fim, vivermos como iguais. Enquanto não chegamos lá, seguimos lutando e fazendo nossa parte tentando tocar as pessoas com a alma e o coração!

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  3. Meu caro Fernandíssimo… fiquei aqui namorando as fotos, lendo e relendo seu texto e comentários e viajando ao som da flautas. Também me chocou o olhar, os olhos do policial… simplesmente é estarrecedor. Vi naqueles olhos a crueldade desdenhar da compaixão, e um certo prazer insano como se fosse um ceifador de almas. Como bem disse: olhos de tirar vidas. Mas isto não vai tirar a beleza da homenagem para as “vidas que habitam nossos olhos”… nós, os Joões, as Aghatas, os Georges da vida, agradecemos! Parabéns pela sensibilidade poética e fotográfica do post, meu querido amigo… um grande abraço!

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    1. pois, meu querido amigo. um post complicado de fazer exatamente por isso, o olhar assassino do policial. então, pensei que as janelas pudessem trazer um pouco de tudo: a primeira, em um momento de quase abandono, metade da janela em madeira, a outra metade uma cortina, a parede em ruína, e na sacada uma vaso com uma planta. está aí a metáfora toda. a ruína e a esperança. e na outra foto, o vermelho da vida, do sangue que corre, as cores que vibram, e o preto do luto em linhas profundas. são complementares. são os olhos da vida, dos que não tiram vida. muito obrigado por tuas palavras que me comovem nesta manhã fria de Poa. cai uma chuva lenta e suave, o café quente e ao fundo escuto um disco chamado cor das cordas (não acho o nome do grupo). Paz, meu querido amigo e sempre #naoaoracismo.

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  4. Fernando! Onde começar? O cabeçalho do seu símbolo de paz é incrível. E suas fotos são tão maravilhosas! Amá-los. Encoberto por suas belas palavras. # nãoaoracismo de fato. Obrigado! Enviando-lhe muito amor, enormes abraços e esperanças de que você esteja bem! 💕🙏🏼😊

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    1. oi, Katy. o cabeçalho depois de tanta procura por uma foto que seja a identidade do blog, quando fiz o post da humanidade lembrei do muro de Praga com palavras e desenhos sobre os Beatles, creio que Give Peace a chance, com o símbolo dos anos 60 de paz e amor, está de acordo com o que penso e sinto. e passado tantas décadas, para ficar apenas no meu tempo de vida, nossas lutas continuam as mesmas. e sim definitivamente #nãoaoracismo e qualquer outra forma de discriminação. muito obrigado, Katy querida, envio também muito amor, paz, harmonia e esperança. cuide-se bem, por favor, (estou bem, forte e firme)

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  5. O policial norte-americano apenas foi filmado naquilo que tantos outros fazem escondido com os excluídos de nossa sociedade brasileira, quando quem deveria defender os negros, diz que o movimento negro é uma escória maldita… Nossos olhares devem enxergar cada vez mais longe para acreditarmos que o horizonte nos espera com um novo sol, mas, também para perto de nós para ajudarmos a enxergar as mazelas que nos rodeiam e, no minimo, denunciá-las. Fraterno abraço, Fernando.

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    1. Sei bem como é tudo isso, Estevam, sou de uma geração lá de trás, que era adolescente qdo o movimento de Luther King ganhou dimensão, vivi em 70 o filme Woodstock e seu canto de faça amor não faça a guerra ☮️, nosso regime militar e tantas outras coisas. Posso te dizer por experiência de vida: quase nada avançamos como humanidade. É uma dor dilacerante constatar que quanto mais o tempo passa mais regredimos. O que está acontecendo em todos os lugares como o racismo o feminicídio homofobia e mais outros tantos crimes se já existiam e eram escondidos hoje ainda que expostos à luz do dia sequer dão sinal de terminarem. Tenho a sensação de perto do fim da minha vida estar testemunhando nossa falência como sociedade civilizada. Mas, quem sabe um sopro de consciência volte a arejar nossas mentes e almas. Abraço carinhoso e sempre amigo.

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      1. Infelizmente, preciso assinar abaixo que dizes. Que minha filha (8 anos) e meu filho (2 anos) não saibam disso por enquanto. Quem sabe consigo ajudar na educação deles para encontrarem pessoas diferentes, pois, o mundo sempre o é… Abraços.

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