Fotografia: Saudade do outono II (Longing for autumn II)

A solidão da pequena casa em meio aos vinhedos amadurecendo traz a alma de ciclo encerrando sua vida. Adormecem na terra os frutos que precisam do descanso para o que vem adiante. O ciclo do outono nasce em nossos olhos enquanto as veias do verão começam a viver o fluxo sanguíneo do seu tempo. E nele, um tempo de descobertas despertará dentro de cada um de nós.

The solitude of the small house in the midst of the maturing vineyards brings the soul of cycle ending its life. The fruits that need rest fall asleep on the earth for what comes next. The autumn cycle is born in our eyes as the veins of summer begin to live the blood flow of their time. And in it, a time of discovery will awaken within each of us.

La soledad de la pequeña casa en medio de los viñedos maduras trae el alma del ciclo que termina su vida. Los frutos que necesitan descansar se duermen en la tierra para lo que viene después. El ciclo otoñal nace en nuestros ojos a medida que las venas del verano comienzan a vivir el flujo sanguíneo de su tiempo. Y en él, un tiempo de descubrimiento despertará dentro de cada uno de nosotros.

Foto: Chronosfer. Interior de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.

Fotografia: Olhos da vida (Eyes of life)

Colonia de Sacramento – Uruguai
Templo Budista – Três Coroas – Brasil

Olhos expressam o mais profundo do olhar. Neles, o reflexo de tudo o que sentimos. Podemos olhar nos olhos de outros olhos a vida ou o fim dela. Ela revelando o fim de outra vida. Janelas acolhem olhos e olhares. Mas, dentro, são pedaços que são construídos dia a dia. Não, não pode o olhar refletir o fim da vida. Por João Pedro, Aghata, George e tantos cuja vida habitam nossos olhos. #nãoaoracismo

Eyes express the deepest of the look. In them, the reflection of everything we feel. We can look into the eyes of other eyes the life or the end of it. Her revealing the end of another life. Windows welcome eyes and looks. But inside, they are pieces that are built day by day. By João Pedro, Aghata, George and so many whose lives inhabit our eyes. #notoracism

Los ojos expresan lo más profundo de la mirada. En ellos, el reflejo de todo lo que sentimos. Podemos mirar a los ojos de otros ojos la vida o el final de la misma. Ella revelando el fin de otra vida. Ventanas miradas bienvenidas y miradas. Pero en el interior, son piezas que se construyen día a día. Por João Pedro, Aghata, George y tantos cuyas vidas habitan nuestros ojos. #noalracismo

Fotos: Chronosfer.

Fotografia: Recortes do modernismo (Clippings of modernism)

Fim do dia. O sol busca um espaço entre as linhas e traços e vidros abertos e fechados. Do azul da tarde ao amarelo do reflexo dos seus raios, a vida se reinventa em nossos olhos. O prédio, moderno em sua arquitetura, acolhe com suavidade o eterno movimento solar. Natureza que vem habitar a alma antes de a lua chegar.

The sun seeks a space between the lines and traces and open and closed glasses. From the blue of the afternoon to the yellow of the reflection of its rays, life reinvents itself in our eyes. The building, modern in its architecture, welcomes with softness the eternal solar movement. Nature that comes to inhabit the soul before the moon arrives.

El sol busca un espacio entre las líneas y los rastros y las gafas abiertas y cerradas. Desde el azul de la tarde hasta el amarillo del reflejo de sus rayos, la vida se reinventa a nuestros ojos. El edificio, moderno en su arquitectura, acoge con suavidad el eterno movimiento solar. Naturaleza que viene a habitar el alma antes de que llegue la luna.

Fotos: Chronosfer. Montevidéu.