Fotografia: Melancolia (Melancholy)

A despedida do sol por vezes traz melancolia. A luz será outra, haverá novos caminhos e as águas serão prateadas. O dia e a noite se encontrarão a caminho de outros tempos. Em mim, a melancolia de um dia partindo é ao mesmo tempo sentir a vida se renovando.

The farewell of the sun sometimes brings melancholy. The light will be different, there will be new paths and the waters will be silvery. Day and night will meet on their way to other times. In me, the melancholy of a day of leaving is at the same time feeling life renewing itself.

La despedida del sol a veces trae melancolía. La luz será diferente, habrá nuevos caminos y las aguas serán plateadas. Día y noche se reunirán en su camino a otros momentos. En mí, la melancolía de un día de salida es al mismo tiempo sentir la vida renovándose.

Foto: Chronosfer.

39 comentários em “Fotografia: Melancolia (Melancholy)

      1. deixa eu te contar algo: depois do curso de criação literária que fiz, em 2004 inteiro, e entrava aquele vazio para escrever, inventava desafios para alentar a criatividade. tipo: duas palavras em duas frases ou versos, que tenham sentido e significado. saiu isso: palavras voam / voam palavras. a literatura é sobretudo muita leitura e muito exercício de texto ou seja, escrever, escrever e escrever. mas, não sou poeta, fui um contista que parou de escrever, apenas faço esses pequenos textos que até são dispensáveis, mas na estrutura do blog é como se fossem 3 posts em 1: a foto, o texto e a música. enfim, seguimos, Léo. e como escrevi outro dia: Continue!

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      2. Teu blog é harmonioso: poesia em palavras, imagem, música. Sinto a dor e a sua tentativa de dobrá-la através do belo: as nuances, a miudeza, um certo olhar sobre o cotidiano. Tenha orgulho de teu blog, Fernando. Quero ler teus contos. “Palavras voam, voam palavras”, palavras voadoras, voos em versos, poesia alada…. É bem gostoso brincar…

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      3. oi, Léo, muito obrigado, o blog é simples, nada é planejado, nunca sei a foto que irei postar, o texto escrevo no momento em que a olho baixada, e a música a mesma coisa. às vezes, coincide, o trio se entrelaça. pelo menos acho que tem uma “cara”. bom, os contos, vou te dar um pouco de trabalho: no Chronosfer.wordpress.com tem vários com a chamada de miniconto ou conto, e no Chronosfer2 o mesmo, alguns repetidos. enfim, deixo alguns nomes João Baptista, Martin, Os potros, Breve e Inacabado. o exemplo que escrevi no comentário está nessa mistura toda. um grande abraço e seguimos.

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  1. A cada nascer do sol e a cada ausência, aprendo que a melancolia é um dos diferentes sabores que as lembranças deixam em nossas almas. Portanto, devemos saborear cada lembrança e sentir que a possuímos porque ela existia e existimos para lembrá-la. Muita força e um abraço!

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  2. Hola Fernando! Vaya imagen .. no cabe más. Es increíble tu mirada. Es impresionante como fijas el momento y lo que nos muestras para poder percibir .. veo la sensación y te veo concentrado en atrapar lo más .. lo más oculto sacarlo a la luz. Genial.
    La música y la letra .. ah, delicia!
    Ahí te dejo un abrazo cruzando el océano. ✨

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    1. Diana, hola! bom, foi mesmo um momento de profunda interiorização, e foi muito difícil fotografar por isso, queria apenas olhar e olhar e atravessar os tempos, quem sabe o oceano dentro desse tempo. e a luz esta hipnotizante. fico feliz contigo aqui, e mais ainda porque estás na mesma sintonia. e isso me faz bem. e vamos ao café, escutando My way! abraço imenso desde este lado do mar.

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      1. My way nada menos! Hay pocas imágenes que uno’ pueda crear en su interior hasta evocarlas sin una buena música y .. el café! Café para sacar la letra que llevamos dentro. Como el momento de abstención a la otra realidad. Saborear la palabra. Puedo verte.
        Un café es .. tan exclusivamente humano!
        ¡Me alegra tanto verte así! Otro abrazo inmenso para ti, hermano del alma!

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  3. Miel al atardecer

    Hasta las rocas esperan
    la dulce corona
    de luces doradas.

    Calmas reciben lo que anhelan,
    gotas de miel impregnadas
    en un dura capa de frío.

    La nubes se regocijan
    con el amado sol entre ellas,
    se deshacen felices.

    El fotógrafo inundado de oro
    hace click a cada segundo
    de rayo de miel,
    el lente meloso de paz
    queda.

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