71 comentários em “Fotografia: Memória (Memory)

      1. El orden de las palabras altera todo, así como el tiempo en que se leen, escriben o reciben cambia el impacto que estas producen. Gracias por siempre hacernos reflexionar. Abrazos

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    1. hi Luisa. I thought of you when I posted. in the story you tell, I thought about this journey through time and what was or remains in memory. literature preserves this. and the photo is of a place on the edge of a lagoon that seems to have stopped in time. a wonderful place. thank you so much. hugs.❤️🌷❤️

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  1. Qdo vejo fotos como esta sua, penso sempre nas pessoas.:Onde será que hj eles estão?
    Uma vez, em Portugal, eu estava num clube onde ia acontecer um torneio de xadrez , e eu estava no café desse clube a olhar para um imenso mural em preto e branco. Era uma foto de quando aquele clube foi inaugurado. Havia tanta gente na foto, observei os olhares, vestuário,… Aquela foto ficou em meus pensamentos por vários dias. A maioria deles já não estavam entre nós. Eu tento afastar esse pensamento qdo vejo uma foto antiga, pq não é saudável para mim. Um abraço, Fernando.

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    1. Oi Silvana. A foto do post é dos anos 2000, acho que 2007, e o curioso nela, e por isso está em p&b, é que o lugar é bem perto de Porto Alegre e mesmo assim as pessoas, muitas delas, ainda se valem dos cavalos e barcos (ao fundo é uma lagoa) como meio de transporte. Por isso também no texto fiz a troca entre memória e tempo. Em alguns deles, o tempo não passou, em outros é apenas memória.
      Tua observação é muito sensível, os ciclos da vida são assim, delicados, complexos e sobretudo reais. Eu, quando olho fotos antigas, sinto saudade e em particular de um tempo que não vivi e apenas está na memória por causa da fotografia, da literatura…
      Muito obrigado pelas palavras delicadas e muito sensíveis. Você é uma pessoa extraordinária. O meu abraço.

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      1. Obrigada por suas doces palavras, Fernando. Eu não me sinto assim, vc bem sabe o motivo. Ainda tds os dias e ainda mais nos fins de semana, pego-me a me perguntar: pq? pq?
        Aqueles segundos de alegria esta semana, durante o meu trabalho, elevou por alguns minutos a minha moral. Ainda dói mto. “Um dia de cada vez” terá que ser sempre o meu lema.

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      2. A vida tem sido assim para mim ( que rima pobre! ), Silvana. E sei o quanto é difícil mas há algo que nos faz mover, não sei se o inconformismo ou mesmo a tristeza, não sei mesmo, sei apenas que devo seguir tentando ir em frente. Você tem força, Silvana, você tem isso que aqui no sul chamamos de “gana” no sentido de não desistir. Sabe, gostaria de tomar um café contigo e dizer que a vida é mesmo esse redemoinho e nós fazemos parte disso tudo. Acredito em você e estarei com você sempre que precisar.

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      3. Todo o sofrimento quem sabe da dimensão é quem está sofrendo. Aprendi com o tempo e depois com o câncer. É possível vencer? Sim, é possível. Vamos seguir nossos enfrentamentos com força e sobretudo com dignidade perante a vida. Estou sempre aqui.

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      1. Entre uma foto e um pensamento vejo-o tomar forma. Não ouso imaginar a imensidão do arquivo de suas fotos, mas sei que talvez algumas não tenham saído bem 😁 📚💪☕❤

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      2. É algo que todo que quer fotografar enfrenta. Tenho fotografias maravilhosas, poucas é verdade, outras não ficaram como havia imaginado ao olhar e diversas fora de foco, linha do horizonte torta, etc. mas, tem um aspecto bom: o meu melhor pôr do sol foi fora de foco. É um trabalho e tanto dar um rumo ao que penso fazer e escolher exatamente as que mostram isso. No fundo, estou gostando mesmo sem saber se vai dar certo ou não.🌷❤️❤️🌷☕️☕️❤️❤️🌷🌷

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      3. Non sono un fotografo con qualità tecniche, sono più un istinto e quello che mi piace. forse per questo, nel giornalismo, non ho seguito il fotogiornalismo anche se è un mestiere che richiede tecnica. ma, in uno spazio in cui posso usare la creatività e la conoscenza (o la sua mancanza 😂)
        Mi diverto a scherzare con così tanta fotografia❤️🌷❤️☕️☕️🌷❤️

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  2. So glad to see you have posted, friend.

    I love the quote. I have, as I have entered my 30’s, started to focus on time and my grip on memory. It’s a struggle, but I feel like it’s a worthwhile struggle that I have to come to terms with.

    I hope you are in good health and that you are enjoying the weekend.

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    1. hi Nilla…the photo is digital (Canon 70D – 28-135mm).
      taken in a nearby town where I lived and on the edge of a lake, which in the b&w mixes with the sand and the sky.
      a long time ago, I had a Pratika, which was from the 80s, old, and I used it until 97, then a Nikon that I don’t remember the series. I was never a photographer, despite my training as a Journalist and I attended Photography classes, I always liked the text more, being a reporter.
      at Chronos, I do photography for fun and use little text.
      my fraternal hug, Fernando.

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      1. B&W is my favourite medium and I still have my darkroom equipment at home. I love film but this time I didn’t bring a film camera with me as it’s too hard to post back and have this developed in Australia.
        I remember the Pratika cameras although I never had one.
        I can see that you’re a wordsmith but your photos are also great!
        Best wishes
        Nilla

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  3. Fernando meu amigo, ando lutando com minha memória e acredito que tenho ainda muita coisa para ver, ler, apreciar como estas fotografias e seus textos. Na verdade eu vejo, leio e fecho meus olhos, tento com isso criar um paralelo da sua imagem com as que tenho ainda ao alcance. Minha memória anda me traindo e apagando muito do que vivi ou tive informações. Meu exercício é reagir e criar caminhos diferentes para chegar até elas e tem dado certo. Essa por exemplo me trouxe a memória meu pai na antiga Ilha do Governador no Rio de Janeiro. Era lá que meu pai dava caminhadas com seu Tio (pai) Vavá, já que perdeu o seu pai muito cedo aos 10 anos de idade, eles andavam à cavalo no local onde se chama Praia da Bica, muito bom isso, obrigado.

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    1. Cláudio, meu querido amigo, estamos no mesmo caminho por outras razões. A quimioterapia me destroçou em muitos pontos: envelheci fisicamente, a memória está diminuindo, perdi a sensibilidade das mãos e tenho um zumbido na cabeça que hoje me obriga a usar aparelho auditivo. O maravilhoso é que estou bem, perto, se tudo estiver assim, de receber alta no início de 24. Então, viva a quimioterapia!
      Gosto desses registros desde sempre. Estava organizando as fotografias para um pequeno livro quando os computadores pararam. É a minha memória, dos meus olhos e fico feliz quando pessoas como tu se identificam com elas.
      Estou preparando um post que chamam de Street Art e eu vou chamar de Poesia das Ruas ou Poesia nas Ruas. O título é longo mas terá uma reflexão sobre o tempo, a memória, as referências que elas oferecem feitas por nós mesmos sem percebemos e até pela natureza.
      Fica bem e em paz meu amigo. Estamos juntos. Grande abraço carinhoso.

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