Fotografia: Observação II (Observation II)

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Os traços, as formas, os desenhos, as palavras. Os detalhes, os grafismos, a observação. Antes de o sol iluminar as faces que construímos, sentimos a ausência dos olhos da noite. Há muito o destino é apenas sentir a pulsação da alma. No silêncio dos dias.

The strokes, the shapes, the drawings, the words. The details, the graphics, the observation. Before the sun illuminates the faces we have built, we feel the absence of the eyes of the night. There’s a lot of destiny to just feel the pulse of the soul. In the silence of days.

Los trazos, las formas, los dibujos, las palabras. Los detalles, los gráficos, la observación. Antes de que el sol ilumine los rostros que hemos construido, sentimos la ausencia de los ojos de la noche. Hay mucho destino para sentir el pulso del alma. En el silencio de los días.

Foto: Chronosfer. Rep. Tcheca.

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Fotografia: Céu visto da janela (Sky seen from window)

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O olhar repousa nas cores do infinito. Da janela do confinamento, a vida se reinventa, plena e revelando que os sonhos são eternos e possíveis. Desde que façamos a nossa parte. Protejam-se bem, por favor.

The gaze rests on the colors of infinity. From the window of confinement, life reinvents itself, full and revealing that dreams are eternal and possible. As long as we do our part. Protect yourselves well, please.

La mirada descansa sobre los colores del infinito. Desde la ventana del confinamiento, la vida se reinventa, plena y revelando que los sueños son eternos y posibles. Mientras hagamos nuestra parte. Protéjase bien, por favor.

Foto: Chronosfer.

 

Fotografia: Luz (Light)

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Leonardo tem 11 anos. Vive em uma pequena cidade serra do Rio Grande do Sul, Antônio Prado. Com ele, em uma pequena casa, seus pais e dois irmãos. Vivem dos programas sociais do governo. Até poucos dias atrás, Leonardo tinha uma única preocupação: vender as latinhas de refrigerante que juntou ao longo de uma semana e vende-las. Arrecadou R$ 21,45. Doou para o hospital de sua cidade. Para ajudar a combater o coronavírus. Nos meus distantes 11 anos minha preocupação era estudar e jogar futebol. Em 2020, os 11 anos de Leonardo reservam espaço para ajudar a salvar vidas. Ele é uma luz em meio aos caos. Como não alimentar a esperança?

Leonardo, 11 years old. He lives in a small mountain town of Rio Grande do Sul, Antônio Prado. With him, in a small house, his parents and two brothers. They live off government social programs. Until a few days ago, Leonardo had only one concern: selling the soda cans he put together over the course of a week and selling them. Raised 4 US$. He donated it to his town hospital. To help fight coronavirus. In my distant 11 years my concern was to study and play football. In 2020, Leonardo’s 11 years reserve space to help save lives. He’s a light in the midst of chaos. How can we not feed hope?

Leonardo tiene 11 años. Vive en una pequeña ciudad de montaña de Rio Grande do Sul, Antonio Prado. Con él, en una pequeña casa, sus padres y dos hermanos. Viven de los programas sociales del gobierno. Hasta hace unos días, Leonardo sólo tenía una preocupación: vender las latas de refresco que armó en el transcurso de una semana y venderlas. Recaudado 4 US$. Lo donó a su hospital de la ciudad. Para ayudar a combatir el coronavirus. En mis lejanos 11 años mi preocupación era estudiar y jugar al fútbol. En 2020, los 11 años de Leonardo reservan espacio para ayudar a salvar vidas. Es una luz en medio del caos. ¿Cómo no alimentar a la esperanza?

Foto: Chronosfer.

Fotografia: Perspectiva do tempo (Perspective of time)

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As marcas sempre estão presentes. Um traço, uma obra de arte, uma canção, um poema, um verso, um livro, um prédio…a vida deixa marcas. A natureza é assim, ensina os caminhos. Seguimos ou não, seguir é sempre muito mais que um verbo. É nossa forma de ser e viver. Hoje, mais que nunca, precisamos um do outro. Seguiremos porque é a nossa sina: viver. Em paz e harmonia.

Brands are always there. A stroke, a work of art, a song, a poem, a verse, a book, a building… life leaves marks. That’s nature, it teaches the ways. We follow or not, following is always much more than a verb. It’s our way of being and living. Today, more than ever, we need each other. We will follow because it is our bell: to live. In peace and harmony.

Las marcas siempre están ahí. Un trazo, una obra de arte, una canción, un poema, un verso, un libro, un edificio… la vida deja marcas. Eso es la naturaleza, enseña los caminos. Seguimos o no, seguir siempre es mucho más que un verbo. Es nuestra forma de ser y vivir. Hoy, más que nunca, nos necesitamos el uno al otro. Seguiremos porque es nuestra campana: vivir. En paz y armonía.

Foto: Chronosfer. Rep. Tcheca.